Não basta o Google achar a sua empresa. Agora a IA também precisa saber citá-la. São dois canais diferentes, e a mesma base bem-feita atende os dois.
SEO é aparecer na lista de resultados. O buscador ranqueia páginas: quem tem mais autoridade, mais relevância e mais proximidade sobe.
GEO é aparecer dentro da resposta. Quando alguém pergunta ao ChatGPT ou ao Gemini “quem conserta notebook em Porto Alegre”, não vem uma lista de dez links — vem um parágrafo com dois ou três nomes. Ou o seu está ali, ou você não existe naquela conversa.
O que muda na prática: o buscador clássico se vira com página bem escrita. A IA precisa entender — e para isso ela se apoia em dado explícito e estruturado. Endereço, horário, serviço, área de atendimento, pergunta e resposta direta. Site bonito sem isso é invisível para ela.
Não é ou um ou outro. A mesma base bem-feita serve aos dois — e é por isso que dá para fazer junto, em vez de refazer tudo daqui a dois anos.
Não vim do marketing. Sou técnico de TI há mais de 20 anos, atendendo escritório e usuário final em Porto Alegre e região. Isso muda a conversa: eu entendo a empresa por dentro, não só o site por fora.
E fiz no meu próprio negócio antes de oferecer. O site que você está lendo tem estrutura de dados completa, página por serviço, Perfil da Empresa cruzado com o site e indexação acompanhada no Search Console. Cada coisa que eu proponho, eu já apliquei aqui e vi o que acontece.
Somo a isso a formação em Coaching Integral Sistêmico pela Febracis e em análise comportamental DISC como Analista CIS Assessment. Serve para a parte que ninguém fala: entender o que o dono da empresa realmente quer antes de sair mexendo.
O que eu não faço: prometer primeira posição, garantir prazo ou vender pacote fechado sem olhar o caso. Se o seu problema não for esse, eu digo.